sábado, 31 de julho de 2010

Reflexões involuntárias provocadas por Tom e Jerry



São exatamente 3; 26 da manhã. Sem sono, pra variar. Nem uma leitura está funcionando. Recorro a tv. Nada de tele cine cult ou documentários sobre o futuro do planeta. Quero algo que não precise pensar muito.

Boa ideia: Cartum. O Cartum me ajudará a dormir. Está dando Tom e Jerry. Ótimo. Já vi esse episódio mesmo. É aquele em que o Tom resolve, pra variar, futricar na vida de Jerry e descobre um livro que relata algumas passagens cômicas dele Tom.

Então, ele fica puto da vida quando percebe que o livro faz o maior sucesso e detona gargalhadas em série pelo vilarejo.

- Meu deus!
- Não paro um minuto de pensar!
- Como sou parecido com o Tom!

Esse ímpeto que o Tom tem. Essa vontade sempre egoísta que transforma a razão. Essa vagabundagem sedutora. E malandragem idem. Escandaloso nos gritos. No fundo, ele ama demais demais o Jerry. Ninguém me tira isso de cabeça.

Eu amo demais a dificuldade. O não que persiste. Dou pauladas no percurso. Levo pauladas no percurso. Tenho medo de certos cachorros. Grandes cachorros. Bolo planos arriscados. Às vezes acerto.

 E quando conquisto, sinto muita vontade de brindar e apertar e rir e curtir a quem desejo comer. 

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