São 73 anos para descobrir manifestações individuais. Literatura de esportistas. Arquivos da RBS e da TV Glogo. As belas histórias que começaram com meu pai, aqui em casa, e continuam com Lauro Quadros e Ruy Carlos Ostermann. O pensamento poético, humorado e bem articulado de Paulo Sant’ana. O trabalho com a linguagem de L. F. Veríssimo. As locuções eufóricas de Pedro Ernesto e Aroldo de Souza. O entusiasmo do Rio Grande.
Desses 100 anos de clássico, 27 deles eu vivo na pele essa emoção. E também tenho lá minhas histórias. A minha primeira ida ao Beira –Rio, na década de 80, para ver o Grenal e um fenômeno de azul, o Dener. O inesquecível Grenal de 5 a 2 para o Inter em pleno Olímpico, com show de Fabiano. A conquista do campeonato gaúcho pelo Inter nesse mesmo ano, no Gigante. Foi muito gosto estar lá nesse momento. Enfim, há 73 anos que invento emoção, mas há 27 que me deixo levar pelas sensações dessa polarização gostosa.
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