
12 de junho de 2009. A mídia diz o que se deve fazer e comprar. Não obedecemos. O jornalismo mostra casos bem sucedidos, casais totalmente mergulhados num romantismo cinematográfico. A gente não assiste os telejornais no dia dos namorados. Aprendemos isso com o tempo.
Na cidade em que vivemos, o comercio se fantasia de cupido, e o dinheiro assume papel de galã. Não nos importa. Nós sabemos o que devemos fazer e comprar. Conseguimos perceber até que ponto o dinheiro é importante pra felicidade de nós dois. Alguns, infelizmente, não.
Porque estabelecem na comparação as diretrizes para se ter o relacionamento ideal, aquele que pode ser mostrado para os outros.
O dia dos namorados é o dia da personalidade, uma personalidade. Em qualquer forma de amor, homem com homem, mulher com mulher e homem com mulher quem dá a palavra final é a outra ponta do triângulo: o casal.
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