
Eu tenho lá minhas desconfianças. É porque no universo futebolístico há uma tendência natural de um super dimensionamento dos fatos, ruins e bons. O espetáculo futebol é muito poderoso, nossa cultura é assim. Não estou querendo justificar a tolice do jogador do Grêmio, só proponho um pouco de cautela.
E para o racismo que pipoca no rodo cotidiano, cadê os holofotes e os microfones?
Ou então deixemos de lado a cautela e partimos para o radicalismo: anos de suspensão ou multa pesadíssima, por exemplo. Agora, levar esse problema, esse preconceito em banho Maria é que não dá. Assim como a violência nos estádios, o álcool no trânsito, a saúde, a educação etc.
O Brasil precisa parar de empurrar seus problemas com a barriga: ou corta a ferida a fundo ou abafa com uma gaze.
Alimentar um falso moralismo é que não dá pra aturar.
E ainda pulam "entendidos da matéria" dizendo que o autor é argentino, por isso tal ato. Ok! Eu engulo, já que por aqui não existe isso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário